quinta-feira, 28 de março de 2013

COMO A AMÉRICA FOI POVOADA


No artigo "O Povoamento da América) publicado aqui no blog, expliquei sobre as teorias mais aceitas sobre como a América foi povoada. A primeira teoria defende a tese de que os povos asiáticos atravessaram o continente asiático pelo Estreito de Bering quando este ainda era coberto por gelo, na última etapa da Era Glacial, chegando assim no continente Americano. Veja o mapa acima. Da Sibéria (Ásia) chegaram no Alaska (América do Norte) Ali onde há um círculo amarelo provavelmente existiu uma espécie de "ponte feita de gelo". Para os pesquisadores, o povo asiático chegou ao continente americano devido às caças a animais gigantes; e isto levou cerca de mil anos.

Já a segunda teoria defende a tese de que o povoamento da América começou na América do Sul. Segundo os pesquisadores desta teoria, certos grupos humanos, em pequenas embarcações, partiram das ilhas da Polinésia e da Oceania em direção à América do Sul, atravessando, portanto, o Oceano Pacífico. Veja o mapa logo abaixo:
Para os historiadores, este dilema se resolve através de descobertas arqueológicas e genéticas. Veja. Para quem defende a primeira teoria, o argumento mais forte é a descoberta que fizeram nas proximidades do Novo México e nos EUA na década de 30. Eles acharam pontas de flechas fabricadas com pedra lascada e com ossos de mamutes e bisões, objetos estes considerados os mais antigos produzidos na América.
Além disto, uma pesquisa genética recente, a maior de todos os tempo relacionadas ao nativos americanos, prova, em variações genéticas detectadas no DNA, que estes nativos provém das tribos siberianos. Para estes pesquisadores, o povoamento da América teve três grandes migrações, uma a cada longo período. Ou seja, foi da Sibéria que saíram os primeiros grupos humanos em direção à América.
Mas veja, estas pesquisas se limitam apenas aos nativos norte-americanos. Em contrapartida, o argumento mais forte de que o povoamento da América começou pela América do Sul é a descoberta de objetos sul-americanos mais antigos que aquelas pontas de flechas descobertas na América do Norte feita de pedra lascada e ossos de mamutes e bisões. Ou seja: será mesmo que a questão já está encerrada com esta pesquisa genética feita somente com os nativos norte-americanos? Qual é a sua opinião?

outro texto relacionado a este artigo: o povoamento da américa

sábado, 23 de março de 2013

A PRIMEIRA CIDADE DO MUNDO E A PRIMEIRA CIVILIZAÇÃO





É muito difícil dizer realmente qual foi a primeira cidade do mundo: para a ciência contemporânea, o que é verdade hoje pode não ser amanhã: tudo depende das novas descobertas, principalmente em se tratando de arqueologia. Segundo os livros de História destinados aos alunos do ensino fundamental e médio, principalmente os livros dados pelo Governo, a primeira cidade do mundo seria Quish, seguida por Eridu, Nipur, Uruk e Lagash. 
Estas cidades deram origem à Mesopotâmia, e à que seria a primeira civilização humana, chamada de a civilização Suméria. Estas cidades foram construídas na região que fica entre o rio Tigre e o Eufrates. Segundo os pesquisadores, estas cidades foram construídas ali devido às facilidades que esta região proporcionava para o desenvolvimento e o comércio da Agricultura. Isto ocorreu por volta de 3.750 a 4.500 a. C.
entre o rio Tigre e o Eufrates foram construídas as primeiras cidades da Mesopotâmia. 
Por outro lado, escavações recentes lideradas pelo arqueólogo James Mellaar revelaram uma cidade mais antiga que Quish. O nome desta cidade é Catalhöyük, e fica na Turquia. Até o momento, estima-se que a origem desta cidade data de 9.000 a. C. Ao contrário de Quish e outras cidades sumerianas, Catalhöyük desenvolveu-se graças ao sal - o sal era a moeda na Antiguidade. 


Ainda, há a cidade de Jericó, na Palestina, cuja origem evidência para 9.000 a. C. Estava situada às margens do rio Jordão, a 8 km do Mar Morto e aproximadamente 27 km de Jerusalém. As suas ruínas estão a meio km da Jericó atual. 
Segundo os arqueólogos, Jericó passou por vários "assentamentos", ou seja: vários povos se assentaram nela. O primeiro assentamento foi feito por um povo desconhecido. Assim como todos os povos que se "assentaram" em Jericó, eles foram atraídos pelo fato de Jericó se situar numa região cujo solo era muito frutífero e rico, e pela abundância de água.  
referências bibliográficas.
http://www.historiadomundo.com.br
http://www.catalhoyuk.com
http://noticias.terra.com.br/
http://pt.wikipedia.org/

sábado, 16 de março de 2013

A PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL

Vejam: não foi uma guerra qualquer. Pela primeira vez na história da humanidade, praticamente todos os países do mundo entraram, direta ou indiretamente, na guerra. Imaginem isto hoje - o que seria, no caso, a Terceira Guerra Mundial. Nossos televisores não passariam outra imagem a não ser de jatos decolando, de navios de última geração avançando, bombas sendo explodidas, milhares e milhares de pessoas morrendo, todo o Mundo em medo.


As coisas iriam ser até um certo ponto de maneira “honesta”; entretanto, duvido muito para não começar uma guerra nuclear. Isto. A Terceira Guerra Mundial seria uma Guerra Nuclear, com bombas atômicas exterminando a raça humana.

Não iria sobrar nada, nem eu e meus colegas para contar história.Mas, o que levou os homens a querer uma Guerra Mundial? O que aconteceu para praticamente todos os países entrarem, direta ou indiretamente, numa Guerra? De acordo com os historiadores, pode se dizer que a Primeira Guerra Mundial foi o fruto de um final de século marcado por Guerras – foi assim o final do século XIX, um século marcado por Guerras... Destas Guerras, muitos países saíram ressentidos  com sede de vingança, de revanche, pois se sentiam injustiçados econômica e moralmente. Foi, portanto, com estes sentimentos que muitos países, principalmente a Alemanha, a Itália e a França entraram no NOVO século, o século XX.
Veja os motivos:1.     A partilha da Ásia e da África, no sentido de quem poderia os colonizar, deixou muitos países europeus descontentes, principalmente a Alemanha e a Itália, que ficaram fora do processo neocolonial nestes dois continentes, enquanto que a França e a Inglaterra podiam explorar inumeras colonias ricas em muitos tipos de materias primas e etc.2.     Apesar de poder explorar várias colônias da Ásia e da África, a França não aceitava a sua derrota na Guerra Franco Prussiana, nem os acordos que tivera de assinar. Para eles, o maior prejuizo foi a região Alsácia-Lorena, perdida para os Alemães.


BISMARCK

Além destes dois motivos, uma tensão aumentava no cenário europeu por duas razões: cada país tratava de se armar cada vez mais belicamente  e os germânicos, liderados por Bismarck, assim como os eslavos, tinham uma forte vontade nacionalista de se unir. Isto gerava um estado de alerta, de tensão, onde cada país europeu só esperava um motivo para entrar logo em conflito.



 O               ESTOPIM

Francisco Ferdinand

O estopim para a Primeira Guerra Mundial foi a morte do príncipe austro-húngaro Francisco Ferdinando. Quem o matou foi um jovem sérvio, integrante de um grupo chamado “mão-negra”, que era contrários a influência da Áustria-Hungria na região dos Balcãs. Incontentes com as medidas tomadas pela Sérvia em relação ao crime, o império Áustria-Hungria declarou guerra a este país.


A GUERRA

Durante a Guerra, as alianças já formada no final do século anterior, permaneceram. De um lado, havia a Tríplice Aliança, formada pela Itália, pelo Império Áustrio-Hungaro, e a Alemanha; de outro, a Tríplice Entente, formada pela França, Rússia e Reino Unido. A Guerra, onde se usaram novas tecnologias, como o tanque de guerras e aviões, se fez em trincheiras, em combate áereo e marítimo. Nas trincheiras, os soldados levavam centenas de dias para avançar muito pouco o território inimigo, e enfrentavam também doenças e fomes.
Adicionar legenda

Durou quatro anos, e só acabou mesmo com a entrada dos Estados Unidos na Guerra. Entrou para a Tríplice Entente, uma vez que tinha grandes acordos comerciais a defender com a Inglaterra e a França. Com isto, a Triplice Aliança foi obrigado a assinar a rendição, bem como também o Tratado de Versalhes, onde sofreu muitas restrições e punições. A Alemanha foi um dos países da Aliança que mais perdeu com a derrota na Guerra: além de ter seu exército reduzido, de sua indústria bélica controlada, teve não somente que devolver à Franca a região Alsácia-Lorena, além de perder o corredor polonês, como ressarcir o prejuízo da guerra aos países vencedores.